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Mostrando postagens de Julho, 2016

FONTE DOS DESEJOS

Conversando, um olhar passeando, pela alma, entrando. As levezas chegando... são fagulhas de paz, amor reciproco, ingenuamente feliz. O vento é brisa, iluminação, partículas de vontades, toques sem maldade, apenas sentir, presença. Aliança eternificada na saudação ao sol dos corações. Restauração, arrumação de gavetas, antes mortas. Modificações energéticas, alegrias intensificadas, colorido sem fim, cores além do existir. Junção eletrônica que afeta o ambiente. São centelhas divinais acossando as entranhas, numa formatação real, digital, intensa. Tubo mágico de alegrias divinas, resgate de amor, onde, intocada, segue de pés descalços num vôo real, essência. Transformação, momentos em movimentos, vida, boboleteando imagens e agradecendo a fonte de desejos.
Vanize Claussen 20/07/2016

CAMINHO ABERTO

Sorvo, no beijo de teu olhar, tuas carícias quentes. E, na mansidão, de tua boca úmida, derreto-me em versos. Acordo ao jantar de tuas mãos inquietas a vagar em meu corpo. Percebo-me inteiramente vestida ao teu olhar, princesa-mulher. O tormento foi-se. Abro-me como flor para derramar-me e receber amor. O tempo é temperatura, quente presságio de nossos corpos juntos. O caminho está aberto, revestido de delícias, leves e loucas, dessas que dão água na boca! Agora,  vivemos intenção, doce e pura, nessa forma de amar.
Vanize Claussen 15/07/2016

CORPO QUENTE

Deito-me... ao teu lado observo as brisas do inverno. Fagulhas de brilho a me tomar, dentro. Experimento paz. Absorvo soluções pelas tuas mãos de artista. Pintura sem igual! Observo teu dedilhar... as cordas vibrantes, esvoaçando alma, cantam em mim. Já, sem medo, deixo felicidade passear e respiro sutilmente, alegria. As luzes estão acesas, o filme passando, sua boca me tomando no tom e saliva quente. Ah! Como quero me perder nesse seu corpo quente!

Vanize Claussen
15/07/2016



SER LUZ

Os ventos sopram sem correntezas, discreto apita rumo a seguir em frente. Já não existe medo, mas um acordar, onde a criança, que dormia, alegra-se pela manhã de setembro. E no saltitar do sol aquecendo o frio, vagueio em pensamentos olhando as flores da janela. Ouço os pássaros, que alegres, cantam a vida. Percebo o pulsar, de Deus, acordando comigo. Observo  as inexatidões passadas e lavo-me de brisa e cor. Visto-me de presença e deixo-me ser feliz.
Vanize Claussen 28/09/2013


CRISÁLIDAS

Na memória corroboro as dissensões das imagens. Atrás, o termômetro, tempo líquido, mercúrio vivo no experimento das lembranças, onde aprendiz com aprendizado, encaixotam nas lentes de contato, a vergonha e insanidade. Momento enigma, construção, cimento. Montanhas crisálidas, paralisadas no azul-tempo de ver nublado a instância obesa da ideia manipuladora por quilômetros... Observo, olho, percebo, escrevo nas metáforas, os abrolhos escondidos, contidos na timidez da alma encolhida; a vida que me passa, perpassa e está. Vivo e viva!
Vanize Claussen 10/03/2016

FLORESCIMENTO

Amanhecimento, discreto embalo de carícias ventais em insoluções. Nuvens cálidas, ensombreadas de carícias de azul-céu. Corporificando o sol, a epiderme atenta, passeando nas células "calientes" de vigor. Os poros respirantes, enevoados de branquitude, apaziguados de calor, derretem, espalham, nas delícias intermitentes, sol. A planificação, carregante, espalha roupas e seus pendurucalhos, estendidas, qual calmaria... O balanceante dos seus leves estruturais tecidos, reclamando secagem. Apenas mórbido silêncio, estação rota de sons de carros na avenida, florescendo idéias.
Vanize Claussen 20/03/2016






DESEJO

Aterro, na volúpia do prazer, calmaria. Espera de não esperar, prantificando promessas. Rebelião internamente, controlando vontades. Sonho além mar... E, abundantemente, descrevendo próspera, sua escrita atmosférica, na profundeza  das solidificações interrompidas, fugace pasmificação, dos saboreantes anseios, abrindo e tanspassando em presença, nas centelhas discretas, divinais realizações, agora. Somatização cantarolando, pássaros. Voo raso no mole sabor de entranhas uterais de vida. Passeante desejo, extrapolando nas incertas solidões, o amor divino.
Vanize Claussen 20/03/2016



ELA/ELE

Percorrendo veias, escritas na imaginação de entrelinhas viscerais, fomento de amor, harmonização do prazer. Tendo e não, cariciantes percepções, toques dilacerando,  transparência aos pés.
O chinelo verde-folha, consoando com o chá de passageiras lembranças, futuramente aqui. Piso preto e branco, carmim à boca, delineante em versos, úmidos. A mulher, andarilha louca, presença, entre árvores, dentro de cristais, sobre a água, correndo ao vento, anestesiada de prazer, divinamente, encantamento, presença. Útero de luz, translúcida imagem onde homem, amor divinal, saboreia-lhe, apenas corpo-imagem. E,  no detalhamento enigmático, de sua profundidade-alma, túneis mentais, corporais, intelectuais, etc. Passa-lhe, apenas, num raridade insana, penas, por fora, casca. No futuro, talvez, os versos mostrem, exalem, sua insanidade de procura. Ela, contínua, continua descortinando, imagens, fotografias, palavras, poesia. Ele, paralisou no tempo.
Vanize Claussen 20/03/2016