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Mostrando postagens de Dezembro, 2014

ESTRELAS

Choques, dissolvidos numa verdade,  insana,  profana  de apenas viver,  deixar ir para que venha, naturalmente, apenas sentir  ao longe,  o vento,  o canto dos passarinhos  amanhecendo dentro.  Os sons realizantes no cantar estonteante  de prosseguir sem medo, os sonhos,  apenas seguir em frente  olhando Estrelas.
Vanize Claussen  06/12/2014



PROJETOS

Desfaz-se as incertezas por que a brisa da vida entontece  com a viagem perfeita, como pura iluminação no aperfeiçoamento da alma. Vou saudando tudo, agradecendo todos, desenvolvendo o ato da gratidão, restaurando padrões mentais, retirando das entranhas pesos desnecessários, rotas indisponíveis. Solto-me, desfaço-me, para refazer-me, por dentro, na ânima, tricotando versos, realizando costuras, retratando os pensamentos.  Vou dando corda, realizando sonhos, dissolvendo, resolvendo sabores, atracando navios em portos,
arte jamais aportada. Realizo a certeza da vitória, de todos os projetos que Deus preparou para mim.
Vanize Claussen 03/12/2014


FAGULHAS DA LUZ

Restrinjo-me de bagagens, pesos sem medidas... agora, na leveza do pensamento, embarco em solturas do olhar de amor, com amor. Sinto esvaindo e chegando algo, aquilo que jamais vivi. Percebo-me inteiramente real, igual a Fênix, latejando fogo, dentro. Fagulhas da luz incendeiam minha alma, que arde de amor à vida. Somente agora, depois de enclausurada, por própria vontade, sinto-me expandir ao vento, onde cheganças de novas flores, novos movimentos, vão desamarrotando a alma expandindo Arte. Vou ancorando na pipa que sobe, a certeza de prosseguir. E, claramente, vejo, realezas infindáveis do amor que acaricia minha vida, com olhar inteiro, de alegria por estar aqui, existir... somente.
Vanize Claussen 03/12/2014

CORES E FLORES

As cores da vida me desembocam na alma...

Meu desejo vai além mar, além céu...

busco a certeza da grandeza da maturidade,

de ser a loucura qualquer que eu quiser,

na saudável escolha de buscar estar em paz,

agradavelmente feliz com o que a vida,

esta doce flor, me traz.

Sou a incerteza da certeza do verbo amar,

onde o colorido fugaz se derrama atento

ao entorno real da fulgurante esperança

de continuar criando verdades na minha arte

de apenas ser quem eu sou.

Indefinível para muitos, mas feliz.


Vanize Claussen

03/12/2014