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Mostrando postagens de Maio, 2015

CLARIDADE

Entrei no vagão do limite,  Joguei as redes ao chão,  Deitei no ar das idéias E  caminhei sobre o ar.  Dissolvi das entranhas Insoluções vagarosas E renovei o armário Cantando flores.  Apenas olhei o infinito,  Percebendo-me nua.  A rua petrificada,  Imaginando versos,  Sem lamentos.  As cores invadiram,  As janelas respiram E  o vento levou os espinhos. Agora,  Os versos boiam na luz,  Engravidando correnteza,  Indo além dos trilhos.  Solturas sem medo,   Com, apenas, relevância  Em si mesmo,  na música.  Ah!  Quanta claridade!

Vanize Claussen  31/05/2015