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Mostrando postagens de Abril, 2013

ABRAÇO DE ALMA

Sorrateiramente me entrego às palavras que jaz estarão comigo até o final, e quando não mas copular as entranhas. E mesmo que estranhamente me sinta, estarei escrevendo almas ao véu do amor e de amar. Apenas, por um instante, estarei a olhar descrevendo cada pedaço de céu que de mim ecoa, e sem nem ao menos dizer o que vejo, entregarei a essência do que digo àquele que quer ouvir. Tempo de experimento de almificação de luz, onde nada reluz mais que a sobremesa etérea das cores vivas dos mundos sutis! Apenas terei o tempo real de estar espiritualmente ao teu lado, sem me negares ao mundo. Quantidade de sofrimento deixado para traz, onde nem as mais faceiras viagens terrenas poderiam derramar nosso amor em um poço escuro, porque o nosso tempo de cantar é agora e estaremos juntos mais cedo ou mais tarde, para delongar as necessárias experiências a que viemos resgatar impreterivelmente. Não digo ainda onde e porque vim, mas estarei contigo assim que me mostrares a maturidade para o amor e para amar. Entrego-vos…

MEU AMOR

O coração macerado em linhas tênues
de vontade de não ter mais vontade... o amor esvaindo novamente, sendo dissolvido pelo “nunca acontecer” em palavras do agora que não se pode ou não se quer... É o tempo do acalanto que n’alma reina e não chega. Mínima esperança de um relacionar-se com naturalidade, sem bloqueios. Sinto-me atingida, por dentro revirada, sem poder amar e soltar o amor que se instalou. Quero me proteger de futuras inexatidões de tua alma, de surpresas que não chegam, nem por palavras. Queria apenas sentir segurança e calma no aconchego de teus braços, mas não posso,  não devo continuar com um amor infirmado,  um amor sem chão, sem razão pra amar. Quero a claridade e o vento a me tocar por dentro, sem lamentar ter te conhecido no mais profundo, porque na vida estamos em movimento, aprendendo a aprender com o tempo. Presenteados somos por Deus de momentos tão perfeitos de estar! Ah! Como quero ficar! Mas tenho pressa de ir, continuar a jornada, Pois o tempo não para e so…