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Mostrando postagens de Março, 2015

AMOR PATERNO

Os portais estão abertos... É finalizado o  empecilho e as fronteiras foram quebradas. Cada caminho agora traz paz. Discretamente, vou vertendo o tempo e dissolvendo mal. Saio de fininho da sala escura e emano luz  para quem ficou. Que seja o bem, produzindo forças e que as mazelas vividas, experienciem, ainda mais, o amor. Que cresça ardente,  através do tubo etéreo do amor Divino, venha ao meu encontro, todas as manhãs, e fique comigo todas as tardes e noites, e pela madrugada esteja em meus sonhos. Já não vivo de entrelinhas, mas das linhas que escrevo e na arte que realizo, recebo a divina graça da abundância desmedida em todas as áreas da vida. Agradecida estou por tanto amor Paterno! Obrigada Meu Deus!
Vanize Claussen 22/03/2015

DIREITO DIVINO

Amanhece, o vento recambaleia  sobre às árvores.  Meus avessos se distraem...  O lado direito  interpõe a face e inusitadamente amanheço dentro,  cheia de flores,  com perfumes internos  e na sutileza  do teu abraço, onde terra nenhuma pode tocar, onde pedra alguma pode ferir,  pois o amor,  mesmo num balanço,  discreto,  ama estonteante e feliz.  Assim sigo,  sabendo do encontro,  onde o direito divino  acontece para nós.
Vanize Claussen  22/03/2015

ADIANTE

No vagar da inspiração, vejo-me arredia a iludir-me  com promessas. Sinto na densidade da alma, a inescrupulosa ação do homem. Meus pés apenas pedem para caminhar adiante, já que o telefone não toca. Agora acabou o tempo. Esperar é muito maduro, mas a força de ir adiante vai além desse amor que esquece de acontecer, para mim. Os liames são sutis, mas não existe mais tempo. Hoje oportunizo,  realizo-me de sabores, os que construí desde o nascimento. Agora, elevo meu pensamento, vou caminhando à frente. E, se, olhares para mim, lembre-se do tempo, da espera, das sensações inexatas de promessas desconectadas a que me fez. Se olhares para mim, dissolve em ti o que ficou, que dissolverei em mim o que restou do nada deste estado de relacionamento. Palavras bandidas, perdidas no vento, retiradas,' por Deus', da mente! Sorrateiramente, me despeço  das linhas escritas, de tua alma que amo. Vou segurando na mão de Deus, indo adiante. Já não quero tua covardia, quero apenas a felicidade, a vontade de construir e seguir os compassos  do …

BORBOLETA

Muitas vezes voamos,  mas nem sempre saímos,  exatamente, do casulo que nos abriga.  Percebo, nas entrelinhas da vida, que me contorço, que me rechaço para soltar  das antenas de meu voo, as grandes delícias de minha alma. Acredito, que atenta, vou subindo rumo ao infinito, onde nada e ninguém podem maltratar quem eu sou. Intangível, intocável. Que somente pelo criador, seja tocada lá em cima. E na intensa e perfeita atmosfera, a liberdade me aprofunde, encante-me, e faça metamorfoses estonteantes de luz. Que seja leve esse voo da vida, tão breve!
Vanize Claussen 10/03/2015

DISCRETOS LAMPEJOS

Hoje, sinto "a macaca", sorrisos abertos, discretos lampejos, àqueles que outrora, estavam aguçados, voltam à tona. Grandes visualizações reveladas em invisíveis imagens. Começo a encontrar-me, rumo ao meu destino, vou saboreando ideias, cantando solturas de amor. O tempo movimenta inquieto as sensações interiores invadidas de água, que vai tomando e limpando a casa. O cascalho já nem incomoda, é parte dos aprendizados, vai tomando forma, e a escultura, intacta, vai surgindo no mármore. E que o anjo habite neste coração, para que aconteça  a transformação.
Vanize Claussen 24/02/2015

ALMA PASSEANTE

Das surpresas, desatados os fios, em nós, seguindo o som, do chorinho carnavalesco, transbordando estrelas, observando botões amarelos, a vida segue boa nesse feriado completo. E, discretamente, resolvendo andores de passarinhais lembranças... Restaurando interna, inteiramente, na vaguitude dos traços  o compasso do retorno. O foco retrata  a paisagem verde que renasce dentro, nas entrelinhas pensamentais. A água observadora inquieta, continua seguindo o fluxo. Ah! Tempo ligeiro, que faz meu amor demorar! Me traz este beijo que anestesia musicalmente a minha alma passeante, andante de vida.  
Vanize Claussen 15/02/2015