CAMINHOS

Em nossa existência, acontece ou não o interesse real sobre coisas ou pessoas, mas vezes apenas um interesse provisório.
Porém, sabemos que tudo aqui é provisório, um tempo...
Mas existe um liame de medida em tempo real de interesse, naquele momento, qual aciona uma máquina de emoções fadadas ao insucesso ou sucesso, dependendo da visão da persona que obtém a imagem.
Porque viver é um construir-se assemelhado a cacos inquietantes quebrados em tantos provisórios movimentos reais antigos.
E, para vivenciar novos momentos reais é necessário fortalecer-se, encontrar-se, saber-se, ver-se como num espelho a reflexão interior.
Na criação de um refletida a imagem de quem somos e buscamos ser, conseguimos a equação exata para a comunicação com outras equações reais, mesmo que seja o espelho colado de cacos.
A reflexão assemelha-se ao tempo de olhar a imagem refletida de nós para estarmos inteiros ao encontro de outros mundos.
Nossa vida reflete o que nas colheitas, muitas vezes insanas, armazenamos.
Nem sempre, durante o tempo previsto astralmente, evocamos o belo e lindo, mas dentro de toda essa emanação fluidificada de tempo, carregamos a imagem desses reflexos cristalizados, agrupados, engavetados na essência.
A quantificação já não importa, mas o mover-se adiante sim.
São centelhas, enxames, truculências, indefinições que moldam os passos abertos de nossas decisões.
Assim vamos, nesta construção indomável, através de anos físicos aqui, delimitando caminhos, escolhendo passagens e fortalecendo a seiva, aumentando assim o perfume: o nosso perfume.

Vanize Claussen
15/08/2017


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