ESSÊNCIA DE TODOS

Entre a vida e a morte,
entre dizeres e prazeres...
Quanto tempo faz?
São eloquentes passagens,
discretas,
as quais,
dentro de um tubo
ou voando 
numa tartaruga gigante,
sou semelhante ao pó,
como você.
Então, para que a pressa?
O tempo,
num realce das cores
vai pintando a vida.
Esconder?
Insanidade.
A percepção é a inteligência
da alma.
E nos longínquos
espaços perdidos
de despedidas insanas,
vou costurando a calma,
pois o que é virá 
e ficará presente,
vivo, serpenteando
o prazer do amor.
Ah! Para que chorar?
A fortaleza está viva.
Seguir em direção
ao vento dos sonhos
demonstra:
Não há limites
para a felicidade!
A idade, nem importa,
porque a brisa louca
das constelações eternas
vagueiam por dentro
da essência de todos.

Vanize Claussen
21/07/2017


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